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HOJE NA HISTÓRIA – Morria o Papa João Paulo II – 02/04/2005

No dia 2 de abril de 2005, morreu o papa João Paulo 2º, aos 84 anos de idade. Ele conduziu os destinos da Igreja Católica Apostólica Romana durante mais de 26 anos.

“A missão da Igreja muda com o tempo…”. Esta foi a opinião defendida com insistência pelo papa João Paulo 2º durante toda sua vida.

Nascido em Wadowice, Polônia, em 18 de maio de 1920, Karol Józef Wojtyła conduziu a Igreja Católica com sua autoridade durante mais de 26 anos. Vítima de mal de Parkinson e de debilitação extrema, ele faleceu após seu quadro clínico ter se agravado, com o comprometimento das funções renais e cardio-respiratórias.

Em 16 de outubro de 1978, após a súbita morte de João Paulo 1º, foi eleito papa no segundo conclave do ano, depois que os italianos não conseguiram apresentar um candidato próprio. João Paulo 2º foi o primeiro papa não italiano em mais de 450 anos (desde Adriano 6º). Ele convencera os cardeais participantes do conclave com seu carisma, sua inteligência e também com sua saúde de ferro. Afinal, seu antecessor morrera após 33 dias no cargo.

Papa no Brasil

Das inúmeras viagens internacionais de João Paulo 2º, quatro destinaram-se ao Brasil. A primeira foi em junho de 1980, quando, durante uma estada de 12 dias, o Papa pronunciou 51 discursos. Em sua mensagem de chegada ao país, disse que “começava a realizar um sonho longamente acalentado”: “Eu desejava por diferentes motivos conhecer esta terra”.

Em junho de 1982, a permanência de Karol Wojtyła ao Brasil foi de apenas dois dias. Em 1991, a visita pastoral durou dez dias, com 31 discursos. A sua última visita, em 1997, foi marcada pelo 2º Encontro Mundial do Papa com as Famílias, realizado no Rio de Janeiro.

Num de seus discursos, expressou “sua estima e afeto a duas categorias de pessoas do Brasil”: os povos indígenas, que segundo o papa “contribuíram, com sua cultura, injetando na cultura brasileira um profundo senso da família, de respeito aos antepassados, de intimidade e de afeto doméstico”; e aos afro-brasileiros, “pela presença notável na história e na formação cultural do país”.

Fonte: DW

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